As down the glen one Easter morn
To a city fair rode I
There armed lines of marching men
In squadrons passed me by
No fife did hum, no battle drum
Did sound its dred tattoo
But the Angelus bells o'er the Liffey's swell
Rang out through the foggy dew
Right proudly high over Dublin town
They hung out the flag of war
'Twas better to die 'neath an Irish sky
Than at Suvla or Sud el Bar
And from the plains of Royal Meath
Strong men came hurrying through
While Brittania's huns with theirlong-range guns
Sailed in through the foggy dew
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Dirty old town
|:z2 C2 D2 F2|A4 A4|A2 G>F A2 F2|C4 C4|
C2 F2 A2 c2|d4 d4|d2 c>A G2 F2|A4 A4|
A2 c2 d2 c2|A4 A4|A2 G>F A2 F2|C4 C4|
C4 C>D F<A|G4 G4|G4 G>F D2|D4 D4:|
I met my love by the gas works wall
Dreamed a dream by the old canal
I kissed my girl by the factory wall
Dirty old town
Dirty old town
Clouds are drifting across the moon
Cats are prowling on their beat
Spring's a girl from the streets at night
Dirty old town
Dirty old town
I heard a siren from the docks
Saw a train set the night on fire
I smelled the spring on the smoky wind
Dirty old town
Dirty old town
I'm gonna make me a big sharp axe
Shining steel tempered in the fire
I'll chop…
My Bonnie lies over the ocean
C| A G F| G F D| C A,2-| A, z C| A G F| F E F| G3-| G z C| A G F| G F D|\
C A,2-| A, z C| D G F| E D E| F3-| F2 z| C3| F3| D3| G2 F| E E E| E D E|\
F2 G| A3| C3| F3| D3| G2 F| E E E| E D E| F3-| F2||
My Bonnie lies over the ocean
My Bonnie lies over the sea
My Bonnie lies over the ocean
Oh bring back my Bonnie to me
My Bonnie lies over the sea
My Bonnie lies over the ocean
Oh bring back my Bonnie to me
My Bonnie lies over the ocean
My Bonnie lies over the sea
Well, my Bonnie lies over the ocean
Yeah, bring back my Bonnie to me
My Bonnie lies over the sea
Well, my Bonnie lies over the ocean
Yeah, bring back my Bonnie to me
Yeah bring back, ah bring back
Oh bring back my Bonnie to me to me (to me)
(Ah bring) Oh bring back, ah bring back
Oh bring back my Bonnie to me
Oh bring back my Bonnie to me to me (to me)
(Ah bring) Oh bring back, ah bring back
Oh bring back my Bonnie to me
Morning has broken
C E G | c3 d3 B A G | A3 G3 C D E | G3 A3 G E C | D3-D3 G E G | Link
c3 A3 G E C | C3 D3 E D E | G3 A3 D E D | C3-C3 |]
W:
W:Morning has broken like the first morning.
W:Blackbird has spoken like the first bird.
W:Praise for the singing, praise for the morning.
W:Praise for the spring-ing fresh from the Word.
W:
W:Sweet the rain's new fall sunlit from heaven.
W:Like the first dew fall on the first grass.
W:Praise for the sweetness of the wet garden.
W:Sprung in completeness where His feet pass.
W:
W:Mine is the sunlight, mine is the morning.
W:Born of the one light Eden saw play.
W:Praise with elation, praise every morning.
W:God's re-creation of the new day.
quarta-feira, 3 de julho de 2019
My bonnie is over the ocean
G C G
My bonnie is over the ocean,
G A D D7
My bonnie is over the sea.
G C G
My bonnie is over the ocean
C D7 G
Oh, bring back my Bonnie to me.
[Refrain]
G C
Bring back, bring back,
D7 G
Oh, bring back my bonnie to me, to me!
G C
Bring back, bring back,
D7 G
Oh, bring back my Bonnie to me.
My bonnie is over the ocean,
G A D D7
My bonnie is over the sea.
G C G
My bonnie is over the ocean
C D7 G
Oh, bring back my Bonnie to me.
[Refrain]
G C
Bring back, bring back,
D7 G
Oh, bring back my bonnie to me, to me!
G C
Bring back, bring back,
D7 G
Oh, bring back my Bonnie to me.
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Scarborough fair
Dm C Dm
Are you going to Scarborough Fair
D D A A E F E D
F G F G Dm
Parsley, sage, rosemary and thyme
A c d c A B G A
Dm F C
Remember me to one who lives there
d d d c a g f e
Dm C Dm
She once was a true love of mine
D D A G F E D C D
Cm Bb Cm
Are you going to Scarborough Fair
Are you going to Scarborough Fair
c c g g d e- d c
Eb C Cm F Bb C
Parsley, sage, rosemary and thyme
Parsley, sage, rosemary and thyme
g b- c b- g a f g
C Cm Bb
C Cm Bb
Remember me to one who lives there
c c b- g g g f e- d
C
C
She once was a true love of mine
c g f e- d c b- c
segunda-feira, 10 de junho de 2019
Endechas a Barabara Escrava
Em D
Aquela cativa Que me tem cativo,
B B E E G E E F# G B B D
G
Porque nela vivo Já não quer que viva.
F# F# B B d A A c c B
B7 C
Eu nunca vi rosa Em suaves molhos,
c c A A B F# F# A A G
F B7
Que pera meus olhos Fosse mais fermosa.
E E G G F A A c c B
Fm E-
Aquela cativa Que me tem cativo,
Aquela cativa Que me tem cativo,
B B E E G E E F# G B B D
G
Porque nela vivo Já não quer que viva.
F# F# B B d A A c c B
B7 C
Eu nunca vi rosa Em suaves molhos,
c c A A B F# F# A A G
F B7
Que pera meus olhos Fosse mais fermosa.
E E G G F A A c c B
Fm E-
Aquela cativa Que me tem cativo,
C C F F A- F F G A- C C E-
A-
Porque nela vivo Já não quer que viva.
G G C C e- B- B- c+ c+ C
C7 D-?
Eu nunca vi rosa Em suaves molhos,
c+ c+ B- B- C G G B- B- A-
F+ C7
Que pera meus olhos Fosse mais fermosa.
F F A- A- F+ B- B- c+ c+ C
Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Em
Mas não de matar.
Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.
Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.
Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E pois nela vivo,
É força que viva.
A-
Porque nela vivo Já não quer que viva.
G G C C e- B- B- c+ c+ C
C7 D-?
Eu nunca vi rosa Em suaves molhos,
c+ c+ B- B- C G G B- B- A-
F+ C7
Que pera meus olhos Fosse mais fermosa.
F F A- A- F+ B- B- c+ c+ C
Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Em
Mas não de matar.
Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.
Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.
Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E pois nela vivo,
É força que viva.
quinta-feira, 6 de junho de 2019
O barco vai de saída
Intro A D A D
A A7 D
O barco vai de saída , adeus ó cais de Alfama, se agora vou de partida.
A A7 D
Levo-te comigo ó cana verde, lembra-te de mim ó meu amor.
A A7 D
Lembra-te de mim nesta aventura, pra lá da loucura, pra lá do Equador.
A A7 D
Ah! mas que ingrata ventura bem me posso queixar, da pátria a pouca fartura
A A7 D
Cheia de mágoas, ai quebra mar!, com tantos perigos, ai minha vida!
A A7 D
Com tantos medos e sobressaltos, que eu já vou aos saltos, que eu vou de fugida.
C# F#m C Dm
Sem contar essa história escondida, por servir de criado a essa senhora
A Bm
Serviu-se ela também tão sedutora
F# A D
Foi pecado, foi pecado - e foi pecado sim senhor
chA D
Que vida boa era a de Lisboa
Gingão de roda batida, corsário sem cruzado, ao som do baile mandado
Em terras de pimenta e maravilha, com sonhos de prata e fantasia
Com sonhos da cor do arco-íris, desvairas se os vires, desvairas magia
Já tenho a vela enfunada, marrano sem vergonha, judeu sem coisa sem fronha
Vou de viagem ai que largada, só vejo cores, ai que alegria
Só vejo piratas e tesouros, são pratas são ouros, são noites são dias
Vou no espantoso trono das águas, vou no tremendo assopro dos ventos
Vou por cima dos meus pensamentos
Arrepia, arrepia - e arrepia sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa
O mar das águas ardendo, o delírio dos céus, a fúria do barlavento
Arreia a vela e vai marujo ao leme, vira o barco e cai marujo ao mar
Vira o barco na curva da morte, olha a minha sorte, olha o meu azar
E depois do barco virado, grandes urros e gritos, na salvação dos aflitos
Esfola, mata, agarra, aii quem me ajuda, reza, implora, escapa, ai que pagode
Reza tremem heróis e eunucos, são mouros são turcos, são mouros acode
Aquilo é uma tempestade medonha, aquilo vai p´ra lá do que é eterno
Aquilo era o retrato do inferno
Vai ao fundo, vai ao fundo - e vai ao fundo sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa.
A A7 D
O barco vai de saída , adeus ó cais de Alfama, se agora vou de partida.
A A7 D
Levo-te comigo ó cana verde, lembra-te de mim ó meu amor.
A A7 D
Lembra-te de mim nesta aventura, pra lá da loucura, pra lá do Equador.
A A7 D
Ah! mas que ingrata ventura bem me posso queixar, da pátria a pouca fartura
A A7 D
Cheia de mágoas, ai quebra mar!, com tantos perigos, ai minha vida!
A A7 D
Com tantos medos e sobressaltos, que eu já vou aos saltos, que eu vou de fugida.
C# F#m C Dm
Sem contar essa história escondida, por servir de criado a essa senhora
A Bm
Serviu-se ela também tão sedutora
F# A D
Foi pecado, foi pecado - e foi pecado sim senhor
chA D
Que vida boa era a de Lisboa
Gingão de roda batida, corsário sem cruzado, ao som do baile mandado
Em terras de pimenta e maravilha, com sonhos de prata e fantasia
Com sonhos da cor do arco-íris, desvairas se os vires, desvairas magia
Já tenho a vela enfunada, marrano sem vergonha, judeu sem coisa sem fronha
Vou de viagem ai que largada, só vejo cores, ai que alegria
Só vejo piratas e tesouros, são pratas são ouros, são noites são dias
Vou no espantoso trono das águas, vou no tremendo assopro dos ventos
Vou por cima dos meus pensamentos
Arrepia, arrepia - e arrepia sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa
O mar das águas ardendo, o delírio dos céus, a fúria do barlavento
Arreia a vela e vai marujo ao leme, vira o barco e cai marujo ao mar
Vira o barco na curva da morte, olha a minha sorte, olha o meu azar
E depois do barco virado, grandes urros e gritos, na salvação dos aflitos
Esfola, mata, agarra, aii quem me ajuda, reza, implora, escapa, ai que pagode
Reza tremem heróis e eunucos, são mouros são turcos, são mouros acode
Aquilo é uma tempestade medonha, aquilo vai p´ra lá do que é eterno
Aquilo era o retrato do inferno
Vai ao fundo, vai ao fundo - e vai ao fundo sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa.
Cantar da emigração
Em G
Este parte, aquele parte
C Am D
e todos, todos se vão.
Bm Em
Galiza, ficas sem homens
C B7
que possam cortar teu pão
Tens em troca, órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai.
Coração, que tens e sofre
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará.
Este parte, aquele parte
C Am D
e todos, todos se vão.
Bm Em
Galiza, ficas sem homens
C B7
que possam cortar teu pão
Tens em troca, órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai.
Coração, que tens e sofre
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará.
terça-feira, 4 de junho de 2019
terça-feira, 28 de maio de 2019
Wouldn't it be nice
C
Wouldn't it be nice if we were older
F Dm7
And we wouldn't have to wait so long
G7 C
And wouldn't it be nice to live together
F Dm7 G7
In the kind of world where we belong
Am7/E Gm7/C
You know it's gonna make it that much better
Am7/E Em7 Dm7 G7
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we were older
F Dm7
And we wouldn't have to wait so long
G7 C
And wouldn't it be nice to live together
F Dm7 G7
In the kind of world where we belong
Am7/E Gm7/C
You know it's gonna make it that much better
Am7/E Em7 Dm7 G7
When we can say goodnight and stay together
Penny Lane
A F#m Bm E7
In Penny Lane there is a barber showing photographs
A F#m Am
Of every head he's had the pleasure to know
F E7
And all the people that come and go stop and say hello
A F#m Bm E7
On the corner is a banker with a motor car
A F#m Am
The little children laugh at him behind his back
F E7 D
And the banker never wears a ‘MAC’ in the pouring rain very strange
G Bm C
Penny Lane is in my ears and in my eyes
G Bm C E7
There beneath the blue suburban skies I sit and meanwhile back
In Penny Lane there is a barber showing photographs
A F#m Am
Of every head he's had the pleasure to know
F E7
And all the people that come and go stop and say hello
A F#m Bm E7
On the corner is a banker with a motor car
A F#m Am
The little children laugh at him behind his back
F E7 D
And the banker never wears a ‘MAC’ in the pouring rain very strange
G Bm C
Penny Lane is in my ears and in my eyes
G Bm C E7
There beneath the blue suburban skies I sit and meanwhile back
Enjoy the silence
Am C Am C
CACB CACG CACB CACG Midi
Am C Am C
A'FG'E CABG A'FG'E CAG
Am Cm
Words like violence Break the silence
F F
Come crashing in Into my little world
Am Cm
Painful to me Pierce right through me
F F
Can't you understand Oh my little girl
Dm F
All I ever wanted All I ever needed
Am C Dm F
Is here in my arms Words are very unnecessary
Am G#
They can only do harm
CACB CACG CACB CACG Midi
Am C Am C
A'FG'E CABG A'FG'E CAG
Am Cm
Words like violence Break the silence
F F
Come crashing in Into my little world
Am Cm
Painful to me Pierce right through me
F F
Can't you understand Oh my little girl
Dm F
All I ever wanted All I ever needed
Am C Dm F
Is here in my arms Words are very unnecessary
Am G#
They can only do harm
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Senhor Galandum
C
Senhor Galandum, Galandum, galandaina; Cantar Mais
G C C C C B A C C B G E
G C
Madre la Biscaia, culas tres traseiras, culas delantreiras;
C C C C D D D D G F E C C C G F E C
G C
dá-me la mano isquierda, dá-me la dereita.
C C C C B C D D D G G F E
I arredem-se atrás que manda la reb'rência.
Nun bos manda'l Rei, que manda la justicia.
Estes beiladores que se caien
cula risa, que se caian, que se caian.
Num bos manda'l Rei, que bos manda lalcalde.
Estes beiladores que se lebantem,
i que bailen, i que bailen, i que bailen.
Senhor Galandum, Galandum, galandaina; Cantar Mais
G C C C C B A C C B G E
G C
Madre la Biscaia, culas tres traseiras, culas delantreiras;
C C C C D D D D G F E C C C G F E C
G C
dá-me la mano isquierda, dá-me la dereita.
C C C C B C D D D G G F E
I arredem-se atrás que manda la reb'rência.
Nun bos manda'l Rei, que manda la justicia.
Estes beiladores que se caien
cula risa, que se caian, que se caian.
Num bos manda'l Rei, que bos manda lalcalde.
Estes beiladores que se lebantem,
i que bailen, i que bailen, i que bailen.
sábado, 18 de maio de 2019
No alto daquela serra
F
No alto daquela serra
C A A G A B- A F Cantar Mais
C
está um lenço, está um lenço a acenar.
G A G G G A G F E D C
C F C F
No alto daquela serra
C A A G A B- A F Cantar Mais
C
está um lenço, está um lenço a acenar.
G A G G G A G F E D C
C F C F
B-CB-CB-C AB-AGAB- GB-AG-BAGB-A F
Dizendo viva quem ama,
morra quem, morra quem não tem amores.
No outro lado do monte
tem meu pai, tem meu pai um castanheiro.
Dá castanhas em outubro,
uvas brancas, uvas brancas em janeiro.
No alto daquela serra
está um lenço, está um lenço de mil cores.
Dizendo viva quem ama,
morra quem, morra quem não tem amores.
Dizendo viva quem ama,
morra quem, morra quem não tem amores.
No outro lado do monte
tem meu pai, tem meu pai um castanheiro.
Dá castanhas em outubro,
uvas brancas, uvas brancas em janeiro.
No alto daquela serra
está um lenço, está um lenço de mil cores.
Dizendo viva quem ama,
morra quem, morra quem não tem amores.
Esta é que era a moda
C
Esta é que era a moda Cantar mais Sequencer
E D E F G G
F C
que a Rita cantava.
G A B A G G
G
Lá na Praia Nova, olaré,
A G F E F D E F
C
ninguém lhe ganhava!
G F E D E E (C C)
Ninguém lhe ganhava,
ninguém lhe ganhou.
Esta é que era a moda, olaré,
que a Rita cantou!
Esta é que era a moda
que a Rita cantou.
Lá na Praia Nova, olaré,
ninguém lhe ganhou!
Esta é que era a moda Cantar mais Sequencer
E D E F G G
F C
que a Rita cantava.
G A B A G G
G
Lá na Praia Nova, olaré,
A G F E F D E F
C
ninguém lhe ganhava!
G F E D E E (C C)
Ninguém lhe ganhava,
ninguém lhe ganhou.
Esta é que era a moda, olaré,
que a Rita cantou!
Esta é que era a moda
que a Rita cantou.
Lá na Praia Nova, olaré,
ninguém lhe ganhou!
Vento nos cabelos
Corre Rita o mundo
Pelos caminhos da serra
Pelo vale fundo
Pelo vale fundo
Praias e pomares
Neste caminho sem fim
Há muitos lugares
Há muitos lugares
E não há destino
Se aqui passares
Vem cantar comigo
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Inda agora aqui cheguei
C G Youtube
Inda agora aqui cheguei
C D E G C D C B
G7 C
Logo pus o pé na escada
D E F G F F E
F C
Logo o meu coração disse
E G c A c A E
G C
Que aqui mora gente honrada
F E D E D C
Viva lá, Senhora Maria
Raminho de salsa crua
Quando sai da sua casa
Alumia toda a rua
Levante-se lá, Senhor José
Desse banco de cortiça
Venha-nos dar as Janeiras
Ou morcela ou chouriça
Ai flores do verde pinho
Dm C Dm
- Ai flores, ai flores do verde pino, Cantigas Medievais
a d d e e f e d c dd
Dm
se sabedes novas do meu amigo?
d f g a b c b a a g aa
C Dm
Ai Deus, e u é?
a d e f e d
Ai flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado?
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs conmigo?
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amado,
aquel que mentiu do que mi há jurado?
Ai Deus, e u é?
- Vós me preguntades polo voss'amigo
e eu bem vos digo que é san'e vivo.
Ai Deus, e u é?
- Vós me preguntades polo voss'amado
e eu bem vos digo que é viv'e sano.
Ai Deus, e u é?
- E eu bem vos digo que é san'e vivo
e será vosco ant'o prazo saído.
Ai Deus, e u é?
- E eu bem vos digo que é viv'e sano
e será vosc[o] ant'o prazo passado.
Ai Deus, e u é?
- Ai flores, ai flores do verde pino, Cantigas Medievais
a d d e e f e d c dd
Dm
se sabedes novas do meu amigo?
d f g a b c b a a g aa
C Dm
Ai Deus, e u é?
a d e f e d
Ai flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado?
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs conmigo?
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amado,
aquel que mentiu do que mi há jurado?
Ai Deus, e u é?
- Vós me preguntades polo voss'amigo
e eu bem vos digo que é san'e vivo.
Ai Deus, e u é?
- Vós me preguntades polo voss'amado
e eu bem vos digo que é viv'e sano.
Ai Deus, e u é?
- E eu bem vos digo que é san'e vivo
e será vosco ant'o prazo saído.
Ai Deus, e u é?
- E eu bem vos digo que é viv'e sano
e será vosc[o] ant'o prazo passado.
Ai Deus, e u é?
domingo, 5 de maio de 2019
O mar enrola na areia
G D
O mar enrola na areia Cantar Mais
D B D BD D C F#
G
Ninguém sabe o que ele diz
D C D C D D B G
D
Bate na areia e desmaia
D B D B D D C F#
G
Porque se sente feliz.
D E F# G A B A G
G D
O mar também é casado, ai
G G G G A A A AF# G
G D
Até o mar tem mulher
GGE F# F# F# D C
G D
É casado com a areia, ai
F# F# F# G G G G E F#
D C G
Pode vê-la quando quer.
F#F# D E E E C B
O mar também é casado, ai
Até o mar tem filhinhos
É casado com a areia, ai
E os filhos são os peixinhos.
O mar enrola na areia
Ninguém sabe o que ele diz
Bate na areia e desmaia
Porque se sente feliz.
quinta-feira, 2 de maio de 2019
O Senhor do Meio
Cantar Mais
Am
O senhor do meio
E E E E A A
julga que é alguém,
E G F E C A
G
é um rapazinho
E E E E D D
Am
que nem barba tem.
B D C B A A
Ó senhor do meio,
ande ligeirinho,
se não quer ficar
no meio sozinho.
O senhor do meio
é bem bonitinho,
e para dançar
tem certo jeitinho.
Am
O senhor do meio
E E E E A A
julga que é alguém,
E G F E C A
G
é um rapazinho
E E E E D D
Am
que nem barba tem.
B D C B A A
Ó senhor do meio,
ande ligeirinho,
se não quer ficar
no meio sozinho.
O senhor do meio
é bem bonitinho,
e para dançar
tem certo jeitinho.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Padeirinha
C
Lá na minha aldeia, Cantar Mais
C C C E G G
F C
toda a gente chora.
G A G F E C
F C
Pela padeirinha,
F F F F E D
G C
que se vai embora.
C B E D C C
Que se vai embora,
já está d’abalada.
Bate padeirinha
e acerta a pancada.
Acerta a pancada,
acerta-a no chão.
Bate padeirinha
do meu coração.
Lá na minha aldeia, Cantar Mais
C C C E G G
F C
toda a gente chora.
G A G F E C
F C
Pela padeirinha,
F F F F E D
G C
que se vai embora.
C B E D C C
Que se vai embora,
já está d’abalada.
Bate padeirinha
e acerta a pancada.
Acerta a pancada,
acerta-a no chão.
Bate padeirinha
do meu coração.
terça-feira, 23 de abril de 2019
Ó moças façam arquinhos
C G
Ó moças façam arquinhos Cantar Mais
e e c c b c d d
C
Ó moças façam arcadas
d d b b c d e
G
Pra passar o meu benzinho
e e c c b c d d
G7 C G C
Pra passar a minha amada
f e e d d c
Pra passar a minha amada
Pra passar o meu benzinho
Ó moças façam arcadas
Ó moças façam arquinhos
Não quero que me dês nada
Que eu a ti nada te dou
Não quero que me dês nada
Que eu a ti nada te dou
Só quero que não te esqueças
O tempo que já passou
Só quero que não te esqueças
O tempo que já passou
Ó moças [...]
No dia em que eu casar
Há-de haver um bailarico
No dia em que eu casar
Há-de haver um bailarico
Que até debaixo da cama
Há de bailar um penico
Que até debaixo da cama
Há de bailar um penico
Ó moças [...]
sábado, 20 de abril de 2019
Ribeira vai cheia
C
Ribeira vai cheia Cantar Mais
e e e d c
G
E o barco não anda
b c d c b
Tenho o meu amor
d d d c b
C G C
Lá naquela banda
d f e d c c
Lá naquela banda
E eu cá deste lado
Ribeira vai cheia
E o barco parado
Se eu tivesse amores
Que me têm dado
Tinha a casa cheia
Até ao telhado
sexta-feira, 19 de abril de 2019
Greensleeves
D F G A B A G E C D E F D D C# D E C# A
D F G A B A G E C D E F E D C# =BC# D A,
c c =BAG E C D E F D D C# D E C# A,
c c =BAG E C D E F D C# =BC# D D
Entra Mayo y sale Abril,
C Dm C
Entra Mayo y sale Abril, Cantar Mais
e g a a a f d d c
C Dm C
tan garri...dico le vi venir.
e g g a a f g e c
C Dm C G
Entra Mayo con sus flores,
e g a f g e d d
C Dm C G
sale A....bril con sus a...mores,
e g a f g e d d
C Dm C
y los dulces ama...dores
e g a a f d c c
C Dm C G
comien...zan a bien ser...vir
e g a f g e d ...
terça-feira, 16 de abril de 2019
Burgalesa
Fm
Adius Raia Pertuesa Video
f f f f a- g f
C
Recuordos lhiebo de ti
f f f a- b- c
Fm
You quije ua burgalesa
d- d- b- g b- c a- f
C Fm C
I eilha nun me quijo a mi
a- g b- a- g f
Eilha nun me quijo a mi
I cun outro se casou
Agora anda preguntando
Las bidas que traigo you
Las bidas que traigo you
Nun te las puodo dezir
You quije ua burgalesa
I eilha nun me quije a mi
Se me quieres screbir
Yá sabes miu paradeiro
L molino de la raia
Zé Abilho molineiro
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Moleirinha
Cm Cantar Mais
Oh, que lindos olhos tem,
c e- g g a- f g
B- Cm
ai, a filha da moleirinha.
B- Cm
ai, a filha da moleirinha.
a- g d e- f g g e- c
G7 Cm
Tão mal empregada ela
G7 Cm
Tão mal empregada ela
e- f e b f f g e- c
G5 Cm
andar ao pó da farinha!
G5 Cm
andar ao pó da farinha!
e- d b g d e- c c
Trigueirinha me chamaste,
ai, eu de sangue não o sou.
Isto de andar à farinha,
foi o sol que me crestou!
Trigueirinha me chamaste,
ai, por isso não me zanguei.
Trigueira é a pimenta
e vai à mesa do rei!
Trigueirinha me chamaste,
ai, eu de sangue não o sou.
Isto de andar à farinha,
foi o sol que me crestou!
Trigueirinha me chamaste,
ai, por isso não me zanguei.
Trigueira é a pimenta
e vai à mesa do rei!
quinta-feira, 11 de abril de 2019
Atirei o papelinho
C
Atirei o papelinho ao ar, Cantar Mais
g g a a a g a g a g
G
Atirei o papelinho ao chão.
g g a a g f e d
Atirei o papelinho ao ar,
f f g g g f g f g f
C
Bateu-me no coração.
g g g f e d c
Bateu-me no coração,
Bateu-me no pensamento.
Atirei o papelinho ao ar,
Atirei o papelinho ao vento.
Quando eu tinha quatro anos,
Não sabia fazer nada.
Só sabia ir à cozinha
Comer a marmelada.
[Refrão]
Quando eu tinha treze anos,
Era de menor idade.
Ensinaram-me a mentir,
Nunca mais falei verdade.
[Refrão]
Atirei o papelinho ao ar, Cantar Mais
g g a a a g a g a g
G
Atirei o papelinho ao chão.
g g a a g f e d
Atirei o papelinho ao ar,
f f g g g f g f g f
C
Bateu-me no coração.
g g g f e d c
Bateu-me no coração,
Bateu-me no pensamento.
Atirei o papelinho ao ar,
Atirei o papelinho ao vento.
Quando eu tinha quatro anos,
Não sabia fazer nada.
Só sabia ir à cozinha
Comer a marmelada.
[Refrão]
Quando eu tinha treze anos,
Era de menor idade.
Ensinaram-me a mentir,
Nunca mais falei verdade.
[Refrão]
Marcela
C
Lá nos campos, verdes campos, Cantar Mais
E G A A A G
eu fui a colher marcela!
A G F E F G G E C
(bis)
F C
Daquela mais miudinha,
E F F F F E
daquela mais amare.....la!
F E D C B C D C
(bis)
Daquela mais amarela,
daquela mais miudinha!
bis
A terra criou Marcela
A razão levou o vento
bis
A sombra duma azinheira
Encontrei um pensamento
(bis)
Lá nos campos, verdes campos,
a marcela, marcelinha.
(bis)
Eu já vi um cão a ler
E uma pulga andar à escola.
(bis)
Nas costas de uma formiga,
Armou-se um jogo da bola.
(bis)
Lá nos campos, verdes campos, Cantar Mais
E G A A A G
eu fui a colher marcela!
A G F E F G G E C
(bis)
F C
Daquela mais miudinha,
E F F F F E
daquela mais amare.....la!
F E D C B C D C
(bis)
Daquela mais amarela,
daquela mais miudinha!
bis
A terra criou Marcela
A razão levou o vento
bis
A sombra duma azinheira
Encontrei um pensamento
bis
Lá nos campos, verdes campos,
Meu amor foi à ribeira
bis
E deixou um papelinho
Na rama da oliveira
(bis)
Lá nos campos, verdes campos,
a marcela, marcelinha.
(bis)
Eu já vi um cão a ler
E uma pulga andar à escola.
(bis)
Nas costas de uma formiga,
Armou-se um jogo da bola.
(bis)
sábado, 31 de março de 2018
Hallelujah
C Am
I heard there was a secret chord
C Am
That David played and it pleased the lord
F G C
But you don't really care for music, do you?
C F G
Well it goes like this the fourth, the fifth
Am F G
The minor fall and the major lift
E7 E E7 Am
The baffled king composing hallelujah
[Chorus]
C Am F C C G
Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelu-u-u-u-jah ..
I heard there was a secret chord
C Am
That David played and it pleased the lord
F G C
But you don't really care for music, do you?
C F G
Well it goes like this the fourth, the fifth
Am F G
The minor fall and the major lift
E7 E E7 Am
The baffled king composing hallelujah
[Chorus]
C Am F C C G
Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelu-u-u-u-jah ..
terça-feira, 15 de março de 2016
As armas do meu adufe
C G
as armas do meu adufe Cantar mais
G G E F G C B G
G7 C
as armas do meu adufe
F G A G B G E C
G
são de pau de laranjeira
G G E G E G D B
G7 C
são de pau de laranjeira
G B D F D F CC
quem houver de tocar nele
quem houver de tocar nele
há-de ter a mão ligeira
há-de ter a mão ligeira
o luar da meia noite
o luar da meia noite
guarda-te lá pro verão
guarda-te lá pro verão
quem anda cego de amores
quem anda cego de amores
quer escuro luar não
quer escuro luar não
as armas do meu adufe Cantar mais
G G E F G C B G
G7 C
as armas do meu adufe
F G A G B G E C
G
são de pau de laranjeira
G G E G E G D B
G7 C
são de pau de laranjeira
G B D F D F CC
quem houver de tocar nele
quem houver de tocar nele
há-de ter a mão ligeira
há-de ter a mão ligeira
o luar da meia noite
o luar da meia noite
guarda-te lá pro verão
guarda-te lá pro verão
quem anda cego de amores
quem anda cego de amores
quer escuro luar não
quer escuro luar não
Ó rama, ó que linda rama,
F
Ó rama, ó que linda rama, Cantar Mais
C F F F E F G A G F
C7 F
Ó rama da oliveira!
A B- B- A G A B- A
C
O meu par é o mais lindo
F F F F E F G E D C
C F C
Que anda aqui na roda inteira!
G c c B- A G F F F
Que anda aqui na roda inteira,
Aqui e em qualquer lugar,
Ó rama, que linda rama,
Ó rama do olival!
Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu.
Se houvera quem me ensinara,
Quem aprendia era eu!
Não m'invejo de quem tem
Parelhas, éguas e montes;
Só m'invejo de quem bebe
A água em todas as fontes.
Fui à fonte beber água,
Encontrei um ramo verde;
Quem o perdeu tinha amores,
Quem o achou tinha sede.
Debaixo da oliveira
Não se pode namorar;
A folha é miudinha,
Deixa passar o luar.
Ó rama, ó que linda rama, Cantar Mais
C F F F E F G A G F
C7 F
Ó rama da oliveira!
A B- B- A G A B- A
C
O meu par é o mais lindo
F F F F E F G E D C
C F C
Que anda aqui na roda inteira!
G c c B- A G F F F
Que anda aqui na roda inteira,
Aqui e em qualquer lugar,
Ó rama, que linda rama,
Ó rama do olival!
Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu.
Se houvera quem me ensinara,
Quem aprendia era eu!
Não m'invejo de quem tem
Parelhas, éguas e montes;
Só m'invejo de quem bebe
A água em todas as fontes.
Fui à fonte beber água,
Encontrei um ramo verde;
Quem o perdeu tinha amores,
Quem o achou tinha sede.
Debaixo da oliveira
Não se pode namorar;
A folha é miudinha,
Deixa passar o luar.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Ground control to Major Tom
C Em
Ground control to Major Tom Ground control to Major Tom:
Am Am7 D7
Take your protein pills and put your helmet on
C Em C
Ground control to Major Tom Commencing countdown engine's on
Am Am7 D7
Check ig-nition and may God's love be with you
C E7 F
This is ground control to Major Tom; you've really made the grade!
Fm C F
And the papers want to know whose shirts you wear,
Fm C F
now it's time to leave the capsule if you dare
C E7 F
This is Major Tom to ground con-trol, I'm stepping through the door
Fm C F
And I'm floating in the most peculiar way
Fm C F
and the stars look very different today
Fmaj7 Em7 Fmaj7 Em7
For here am I sitting in a tin can, far above the world?
Bb Am G F
Planet Earth is blue and there's nothing I can do
C F G A A
C F G A A
Fmaj7 Em7 A C D E
C E7 F
Though I'm passed one hundred thousand miles, I'm feeling very still
Fm C F
And I think my spaceship knows which way to go,
Fm C F
Tell my wife I love her very much she knows
G E7
Ground control to Major Tom:
Am Am7
Your circuit's dead, there's something wrong.
D7
Can you hear me Major Tom?
C
Can you hear me Major Tom?
G
Can you hear me Major Tom? Can you...
Fmaj7 Em7 Fmaj7 Em7
Here am I floating round my tin can, far above the moon
Bb Am G F
Planet Earth is blue and there's nothing I can do
C F G A A
C F G A A
F Em7 A C D E
Ground control to Major Tom Ground control to Major Tom:
Am Am7 D7
Take your protein pills and put your helmet on
C Em C
Ground control to Major Tom Commencing countdown engine's on
Am Am7 D7
Check ig-nition and may God's love be with you
C E7 F
This is ground control to Major Tom; you've really made the grade!
Fm C F
And the papers want to know whose shirts you wear,
Fm C F
now it's time to leave the capsule if you dare
C E7 F
This is Major Tom to ground con-trol, I'm stepping through the door
Fm C F
And I'm floating in the most peculiar way
Fm C F
and the stars look very different today
Fmaj7 Em7 Fmaj7 Em7
For here am I sitting in a tin can, far above the world?
Bb Am G F
Planet Earth is blue and there's nothing I can do
C F G A A
C F G A A
Fmaj7 Em7 A C D E
C E7 F
Though I'm passed one hundred thousand miles, I'm feeling very still
Fm C F
And I think my spaceship knows which way to go,
Fm C F
Tell my wife I love her very much she knows
G E7
Ground control to Major Tom:
Am Am7
Your circuit's dead, there's something wrong.
D7
Can you hear me Major Tom?
C
Can you hear me Major Tom?
G
Can you hear me Major Tom? Can you...
Fmaj7 Em7 Fmaj7 Em7
Here am I floating round my tin can, far above the moon
Bb Am G F
Planet Earth is blue and there's nothing I can do
C F G A A
C F G A A
F Em7 A C D E
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Conde de Alemanha
Já lá vem o sol nascendo
cbcbcde-dc
Já lá vem o claro dia
cbcbcdcb
E o Conde de Alemanha
gfgfga-b-a-
Com a rainha dormia.
gfgfgfe-c
Não o sabe nem el rei
Nem quantos na corte havia
Sabe o só a Dona Infanta
Filha da mesma rainha.
- Minha filha se o sabes
Não o dês a descobrir
Que o Conde é muito rico
De oiro te há-de vestir.
- Não quero os seus fatos d'oiro
Que tenho os meus de damasco
Inda meu pai não é morto
Já me querem dar padrasto.
As mangas desta camisa
Eu as não chegue a romper
Que em meu pai vindo da missa
Eu lh'o saberei dizer.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Olha o velho, olha o velho,
Am
Olha o velho, olha o velho,
G C
Olha o velho atrevido:
Dm Am
Dizer-me na minha cara
E7 Am
Que qu’ria casar comigo!
Se quiser casar comigo,
Há-de ser na condição
Eu dormir em cama fofa
E o velho dormir no chão.
Levantei-me manhã cedo,
Levantei-me a cozinhar,
Encontrei o velho morto
Nas pedrinhas do meu lar.
Senhor mestre sapateiro,
Chame pelo seu vizinho
Ai que vá tocar os sinos,
Já morreu o meu velhinho.
Façam-lhe a cova bem funda
P’ra que não possa sair,
Que ele era bem amiguinho
Das criadas de servir.
Olha o velho, olha o velho,
G C
Olha o velho atrevido:
Dm Am
Dizer-me na minha cara
E7 Am
Que qu’ria casar comigo!
Se quiser casar comigo,
Há-de ser na condição
Eu dormir em cama fofa
E o velho dormir no chão.
Levantei-me manhã cedo,
Levantei-me a cozinhar,
Encontrei o velho morto
Nas pedrinhas do meu lar.
Senhor mestre sapateiro,
Chame pelo seu vizinho
Ai que vá tocar os sinos,
Já morreu o meu velhinho.
Façam-lhe a cova bem funda
P’ra que não possa sair,
Que ele era bem amiguinho
Das criadas de servir.
Alegrem-se os céus e a terra
(Refrão)
F C
Alegrem-se os céus e a terra
c c F F F E F G E C
Fm C
Cantemos com alegri ia
C F G Ab G F G E C
Fm C5
Já nasceu o Deus Menino
C F G Ab G F c db c
C7 Fm
Filho da Virgem Maria
db c Bb Bb Ab G F
Entrai pastorinhos, entrai
Por este portal sagrado
Vinde adorar o menino
Numas palhinhas deitado
(Refrão)
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria
Em Belém à meia-noite
Meia-noite de Natal
Nasceu Jesus num presépio
Maravilha sem igual
(Refrão)
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria
Ai que Menino tão Belo
Ai que tanto graça tem
Ai que tanto se parece
com a virgem Sua mãe
(Refrão)
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria
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